A Escola
Mais do que uma escola,um jardim que ensina
Recebemos profissionais e entusiastas do paisagismo dentro de um jardim em atividade. Conheça nossa história, o fundador e o espaço.
Da terra, para a terra
Em 1996, Marcel Rodrigues Barbosa fundou a Allamanda Paisagismo. Por três décadas projetamos e executamos jardins em residências, comércios, condomínios, empresas e indústrias — sempre com o mesmo princípio: o paisagismo só revela sua beleza quando teoria e mãos se encontram na terra.
Foram milhares de projetos. Cada um com sua própria leitura de solo, clima, luz e desejo de quem ia viver ali. Foram décadas de observação paciente — do canteiro recém-plantado ao jardim maduro, do erro que ensina ao acerto que vira método.
Em 2023, esse conhecimento ganhou uma nova forma. Nasce a Escola Allamanda, com uma missão simples: transmitir, para novas gerações de paisagistas, a vivência que só o campo dá.
- 1996
- Nasce a Allamanda Paisagismo
- 2023
- Nasce a Escola Allamanda
- +200
- Alunos formados


MarcelRodriguesBarbosa
Engenheiro Agrônomo pela Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (ESALQ/USP, 1995), Marcel construiu uma das trajetórias mais respeitadas do paisagismo brasileiro. Três décadas à frente da Allamanda Paisagismo executando projetos para clientes residenciais, comerciais e corporativos — sempre defendendo um paisagismo executivo: o que se desenha no papel precisa florescer no canteiro.
Sua decisão de fundar a Escola em 2023 nasce de uma convicção simples: o conhecimento técnico só completa seu valor quando é repassado. Hoje, divide com os alunos não só conceitos de projeto, mas leitura de solo, escolha de espécies, manejo fitossanitário, composição de canteiros e gestão de obra de jardim.
“Para todos eu falei sobre planta e pelo amor da profissão. Cada um ouviu o que precisava ouvir — e isso, para mim, é uma boa semente plantada.”
— Marcel R. Barbosa
Onde a sala de aula é o próprio jardim
Em Vinhedo, no interior de São Paulo, a Escola Allamanda ocupa um endereço peculiar: dentro de um jardim em plena atividade. Viveiro, canteiros experimentais e sala de aula convivem no mesmo espaço — você não estuda o paisagismo pela foto, você caminha por entre as espécies, sente a textura das folhas e observa como a luz desenha sombras diferentes ao longo do dia.
As turmas são reduzidas — no máximo 15 alunos — para que cada pergunta tenha resposta na hora e cada par de mãos passe pela prática. De cada aula você leva para casa não apenas anotações, mas memória sensorial.
Jardim ativo
Aula dentro de um paisagismo vivo
Viveiro próprio
Espécies à mão na hora da prática
Turma de 15
Pergunta respondida na hora




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